7.11.2006

A dose diária de farpas

Às vezes esperamos que dentro de casa a comunicação flua bem, os fazeres, que talvez nem sejam tão ao alcance da realidade, não seja um motivo a mais de discórdia.
Tentar reconhecer os erros e assim fazer, soa tão pouco pra quem sempre esperou mais... As palavras só servem, até então, para machucar.
Criamos laços de desavenças a troco de hierarquias... Quem manda em quem, e quem pode mais.
Tudo já se tornou tão banal, tão corriqueiro, que nem as lágrimas, simbolo de quem sofre, caem... O descaso é evidente, mas não haveria outro modo de ser.
Esperamos talvez, que o abraço, aquele que nunca foi dado, soe como pedido de desculpas... Mas não haverá, nada acontece.
Ficamos assim, inertes a tudo, esperando as coisas acontecerem e de braços cruzados pro mundo.
Não haveria de ser uma familia feliz, realmente.

4 comentários:

Laury disse...

Há sempre um novo modo de ser. E a cada novo modo, o mesmo parto, as mesmas dores.

pildz!! disse...

O problema é que palavras são só palavras. Nada mais tem sentido, significado ou valia. =P

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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